Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018

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Publicada em 18/08/18 às 16:58h - 34 visualizações
A TRADIÇÃO EM POLÊMICA (DE NOVO)

Rádio Voz da Querencia


 (Foto: Rádio Voz da Querencia)

A TRADIÇÃO EM POLÊMICA (DE NOVO)

O Museu de Artes do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) apresenta a exposição Baril’70, comemorativa aos 70 anos do artista Fernando Baril.

Porto Alegrense, que construiu sua obra como crítica a sociedade de consumo numa linguagem particular que não se insere a movimentos e modismos artísticos.

Em 1996, Luis fernando Verissimo assim falou sobre Baril. “Nada é irreal na pintura de Baril. Tudo o que está lá está no mundo, quando não está na sua casa. Antes de inventar, ele faz um inventário. Mas você nunca viu coisas assim. Tudo é rigorosamente claro e ao mesmo tempo escrachadamente alegórico, engraçado e perturbador. Ele não é surrealista, não.

A editora Minha Querência foi ao Margs e conferiu a exposição Baril’70 para conferir a obra que cumpriu a sua função, ou seja, criou polêmica, pois esta era  a intenção de artista dois temas que são tão antagônicos, sem perder o contexto de tradição, ou seja, mexeu na figura do símbolo (Laçador), o simbolismo (a tradição) e desrespeitou a figura pública Paixão Cortês, não sei a bandeira que ele defende para ser tão incisivo com a cultura de um povo, mas a polemica está feita, estão questionando a obra e o questionando como artista, será que entrar neta seara vale a pena?

Ao tocar um ponto tão polêmico, principalmente no Rio Grande do Sul, pode esperar retaliações como jê vimos em eventos e acontecimentos.

Existem artistas que se consagram pela qualidade do trabalho sem ter que buscar subterfúgios dentro de polêmicas, que ofendam a tradição, existem outros que serão esquecidos dentro de sua insignificância a sombra de uma tradição.

Este artísta se torna insignificante dentro do resumo da obra de Paixão Cortes, pois a indumentário que ele usou pR criar a polêmica é uma das ferramentas  usadas por Paixão para imortalizar a sua biografia lhe dando  um lugar entre os 20 personalidades dos “Gaúchos do Século XX”.

Para concluir a diferença, entre Fernando Baril e Paixão Cortes, eu deixo para o verso de Ângelo Franco: “É aqui junto ao chapéu no nosso eu mais profundo. Que reside a indiferença  entre o seco e o fecundo. Existe larga distância entre o primeiro e o segundo, entre os que mancham e história e os que constroem o mundo.

Jose Luis Biulchi

Jornalista/ Repórter Fotográfico

(MTB/RS 14009 – ARFOC 603)

Editora Minha Querência

(51) 991 385762




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